FETICHES & PRÁTICAS

PODOLATRIA Fetiche que consiste em uma forte atração sexual pelos pés. É mais comum os homens adorarem os pés femininos, mas também pode ser o contrário. O(a) submisso(a)/podólatra pode cultuar os pés  sua Dona com massagem, beijos e carícias de todas as formas.

TRAMPLING Prática em que o submisso(a) se sujeita ao pisoteamento pelo sua Top, demonstrando fisicamente a sua posição inferior. Essa prática deve ser feita sempre com a devida técnica, caso contrário pode causar lesões.    

JUMPING Complemento ao Trampling: em que se agrega a ele pulos para aumentar a pressão e também como reafirmação da devida posição do submisso(a). Assim como a prática anterior, também requer muita técnica para sua execução.

 

COCK AND BALL TORTURE  Prática muito ampla que usa diversas técnicas, em que o objetivo é torturar o pênis e escroto do submisso de diversas maneiras e intensidades. Pode ser feito desde um leve shibari (amarração japonesa) ou até mesmo cera velas, spanking, pregadores, etc.  

 

BALL BUSTING Forma de CBT em que a Domme desfere chutes e/ou joelhadas no saco escrotal do submisso). É outra prática que exige muita técnica para não causar lesões.  

 

CHUVA DOURADA . GOLDEN SHOWER Prática em que a Domme demonstra sua superioridade urinando no corpo e/ou rosto do submisso, em alguns casos ele pode ter a honra de ingerir a chuva da Deusa. Pode ser usada também demarcação de território, reafirmando o submisso como propriedade da Domme. 

 

CHUVA PRATEADA . SPITTING Forma de humilhação em que a Domme demonstra seu desprezo pelo submisso(a) por meio de cuspidas no rosto e corpo do mesmo(a).  

 

HUMILHAÇÃO VERBAL O submisso tem prazer em ser humilhado(a) através de xingamentos ou qualquer tipo de ofensa que demonstre sua situação de inferioridade perante sua Domme.    

 

SPANKINGUma das práticas mais conhecidas do BDSM. Dependendo da técnica e instrumento aplicados pode muitas vezes provocar dor e prazer ao mesmo tempo. Extremamente ampla, pode-se usar  diversos tipos de instrumentos, tais como floggers, chibatas, chicotes, cannes, etc.  

 

BONDAGE /SHIBARI Apesar de serem práticas diferentes, ambas consistem em diversas formas e técnicas de amarração dependendo do propósito da Domme. Pode-se imobilizar eroticamente só uma parte ou o corpo inteiro que se possa “trabalhar" nele ou punir. No caso do shibari também é possível realizar a suspensão do submisso, aplicar pressão em pontos específicos causando uma potencialização do prazer ou da dor.    

 

PRIVAÇÃO DOS SENTIDOS Prática em que o submisso é privado de visão e audição, potencializa qualquer contato físico, elevando o sentido do tato a outro patamar.   

 

TEASE AND DENIALUma técnica que ao mesmo tempo excita o(a) submisso(a) ao ponto de quase chegar ao orgasmo e interrompe momentos antes, aumentando cada vez mais a excitação. A submissão para conseguir a gratificação do orgasmo é imensa.  

 

CUM CONTROLCondicionamento do submisso(a) a controlar sua capacidade de não ter orgasmo sem a permissão de sua Domme, além de também ser capaz de tê-lo quando ordenado. 

INVERSÃORelação em que a Domme toma o papel ativo por meio de acessórios apropriados (consolos, vibradores e cintas).    

 

FACESITTING Prática em que a Domme senta, com ou sem lingerie, no rosto do submisso com a intenção de dificultar/impedir a respiração dele.    

 

WAX PLAY Nessa prática a Domme derrama cera de velas quente no corpo do submisso. Com os devidos cuidados a cera pode ser aplicada em várias áreas do corpo, o que ajuda a controlar a intensidade da dor, assim como a a distância entre o submisso e a vela.  

 

CRUSH Prática em que a Domme pisa, descalça ou não, em alimentos, objetos, etc. Eu, particularmente, gosto de fazer com alimentos e obrigar o submisso a comê-los. Ps: não faço essa prática em animais. 

 

MONEY SLAVE Prática em que o submisso é "explorado" financeiramente pela Domme. Nesse caso o submisso tem o fetiche de pensar que está trabalhando para sustentar os luxos e pagar mimos para sua Domme.

As práticas e fetiches das sessões são as em comum entre eu e o submisso. Esse é meu repertório principal.